segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

#thoughts

As manhãs têm estado encobertas, o nevoeiro insiste em tornar o meu início de dia mais cinzento, escuro e triste...e o pior é que isso só enfatiza a minha última derrota nas relações conjugais!

A amizade pós namoro é um ADEUS mais discreto, como diz a música, e é verdade, para minha grande tristeza...mas como posso pedir a alguém que goste de mim apenas como uma amiga, uma irmã, quando ele ainda tem esperanças que eu mude de ideias?

Os filmes românticos, que antes achava absolutamente absurdos, demostram a banalidade das relações amorosas, incluindo a minha (passada), isso irrita-me!



O ridículo de um amor está na banalidade!

Como pude eu ser tão primária, tão sentimental e irracional, nas minhas opções? Só para satisfação, desejo, irreverência, suposta originalidade, diferença, evasão do quotidiano...e magoar alguém, de quem gosto, questionar uma amizade, que nem sequer era questionável, torná-la numa fantasia num sonho que se tornou na realidade crua e dolorosa, não para mim, para ele: fantasia, sonho, realidade crua e dolorosa, TUDO para ele!

Devo ficar? Devo fugir?

Ficar é ilusão, fugir abandono...qual deles o pior?